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Felix Bressan

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Felix Bressan

Possui Bacharelado em Artes Plásticas – Escultura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992) e Mestrado em Artes Visuais, ênfase em Poéticas Visuais (1996 – UFRGS).  E Doutorado (UFRGS – 2018). Atualmente é professor de escultura no Curso de Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Artes Visuais, Escultura, Design e Cenografia. A obra de Felix Bressan integra algumas das mais importantes coleções de arte moderna e contemporânea no Brasil, entre as quais: Coleção Gilberto Chateaubriand (MAM/RJ), Coleção Justo Werlang (Porto Alegre/RS), Coleção Jorge Gerdau Johanpetter (Porto Alegre/RS), Coleção Liba Knijnik (Porto Alegre/RS) e Coleção Kim Esteve (São Paulo/SP). Além disso, sua obra também integra a Coleção Luiz Calzadilla (Caracas/Venezuela) e a de Vimmy e Leonora Belity (Estados Unidos). Entre os acervos públicos, sua obra pode ser vista nas seguintes instituições: Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (Porto Alegre/RS), Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Porto Alegre/RS), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro/RJ), Museu de Arte de Brasília (Brasília/DF), Acervo do Itaú Cultural (São Paulo/SP), Museu de Artes Visuais Ruth Schneider (Passo Fundo/RS) e o Acervo da RBS, Rede Brasil Sul (Porto Alegre/RS). É verbete do “Dicionário de Artes Plásticas no Rio Grande do Sul”, organizado por Décio Presser e Renato Rosa (Porto Alegre: Editora da UFRGS, 1997), bem como da “Enciclopédia de Artes Visuais do Itaú”, uma publicação do Itaú Cultural. Sua obra também é estudada e referenciada em várias publicações brasileiras, entre as quais se destacam: “Por que Duchamp?” (São Paulo: Paço das Artes; Itaú Cultural, 1999), “Antarctica Artes com a Folha” (São Paulo: Cosac Naify, 1998) e “Perfil da Coleção Itaú” (São Paulo: Itaú Cultural, 1998). Em 2000, a pesquisadora Andrea Hofstaetter defendeu dissertação de mestrado junto ao Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRGS tendo como tema a poética do artista. Em 2005, foi um dos três indicados ao Prêmio Mario Pedrosa, oferecido pela ABCA (Associação Brasileira de Críticos de Arte). É detentor de várias edições do “Prêmio Açorianos”, oferecido pela Prefeitura de Porto Alegre, sobretudo por sua atuação como cenógrafo.